Locais de votação em França para eleições presidenciais portuguesas

 Para votar nas eleições presidenciais portuguesas, os portugeses residentes em França, maiores de 18 anos e com a sua situação eleitoral regularizada, podem dirigir-se nos dias 23 e 24 de janeiro, das 8h às 19h, ao consulado da sua área de residência. Mais precisamente, nas zonas geográficas dependentes do Consulado geral de Portugal em Paris:

 

  • Todos os eleitores inscritos nos cadernos de recenseamento de Paris, Lille, Le Havre, Nogent-sur-Marne, Reims, Rouen e Versalhes devem dirigir-se ao Consulado Geral de Portugal em Paris, 6, Rue Georges Beger, 75017, onde haverá 5 mesas de voto;
  • Todos os eleitores inscritos nos cadernos de recenseamento de Orleães devem dirigir-se ao Consulado Honorário de Portugal em Orleães, 27 D, Rue Marcel Proust, 45000, onde haverá 1 mesa de voto;
  •  Todos os eleitores inscritos nos cadernos de recenseamento de Tours e Nantes devem dirigir-se ao Consulado Honorário de Portugal em Tours, 14, Place Jean Jaurès, 37000, onde haverá 1 mesa de voto;

 

Os eleitores inscritos em outros postos consulares poderão dirigir-se, segundo a sua área de residência, a:

  • Consulado Geral de Portugal em Bordéus, 11, rue Henri Rodel, 33000. Para mais informações poderão contactar o número consular 05 56 00 68 20;
  •  Consulado Geral de Portugal em Estrasburgo, 16, rue Wimpheling, 67000. Para mais informações poderão contactar o número consular 03 88 45 60 40;
  • Consulado Geral de Portugal em Lyon, 71, rue Crillon, 69458. Para mais informações poderão contactar o número consular 04 78 17 34 41. Os eleitores inscritos nos cadernos de recenseamento de Clermont-Ferrand, devem dirigir-se ao Consulado Honorário de Portugal em Clermont-Ferrand, Groupe Titel – Zone Industrielle Ladoux, rue Bleue, 63118 Cébazat. Para mais informações poderão contactar o número consular 04 73 93 81 92;
  • Consulado Geral de Portugal em Marselha, 141, avenue du Prado, 2ème étg, 13008. Para mais informações poderão contactar o número consular 04 91 29 95 30. Os eleitores inscritos nos cadernos de recenseamento de Ajaccio, devem dirigir-se ao Consulado Honorário de Portugal em Ajaccio, Córsega, 8, Place Général de Gaulle – Résidence Diamant, 20090. Para mais informações poderão contactar o número consular 04 95 50 37 34;
  • Vice-Consulado em Toulouse, 33, avenue Camille Pujol, 31500. Para mais informações poderão contactar o número consular 05 61 80 43 45.

 

A um mês das eleições presidenciais em Portugal relembramos que « Quem vota, conta ! »

 

 

No dia 24 de janeiro realizam-se as eleições presidenciais em Portugal mas muitos portugueses ainda não sabem se irão votar. Outros, por sua vez, gostariam de exercer o direito de voto mas não sabem como o poderão fazer ou deparam-se com o seu recenseamento eleitoral desatualizado. A Cap Magellan deixa-lhe aqui algumas informações importantes sobre o ato eleitoral e relembra que “Quem vota, conta!”.

 

Após dois mandatos consecutivos na presidência da República portuguesa, perfazendo um total de 10 anos, Aníbal Cavaco Silva deixará o posto de Presidente em 2016. As eleições para eleger o seu sucessor estão marcados para dia 24 de janeiro e os candidatos já se preparam para entrar na reta final da campanha eleitoral.

No entanto, apesar da ansiedade entre os candidatos a futuro Presidente da República, muitos portugueses continuam indecisos relativamente ao exercício do seu direito de voto deixando a suspeita de que a taxa de abstenção poderá, novamente, chegar a um número bastante elevado.

Por outro lado, existem ainda muitas pessoas que, estando dispostas a votar, não sabem como o poderão fazer nem têm conhecimento relativamente ao estado do seu recenseamento eleitoral.

Então, aproveitando este momento, a Cap Magellan relembra a sua campanha “Quem vota, conta!” e diz-lhe que:

·       Todos os portugueses maiores de 18 anos, residentes em França e inscritos nos cadernos eleitorais têm o direito (e o dever) de votar para as eleições presidenciais portuguesas;

·       Para poder exercer o seu direito de voto, terá que se inscrever no recenseamento eleitoral. O recenseamento eleitoral é de caráter voluntário para os portugueses residentes no estrangeiro. Para se recensear, o eleitor terá que se dirigir ao posto consular português da sua respetiva área de residência. O recenseamento eleitoral suspende-se no 60° dia que antecede o ato eleitoral pelo que, todos os aqueles que não se recensearam previamente, agora não o poderão fazer a fim de votarem para as eleições presidenciais de dia 24 de janeiro;

·       Para as presidenciais portuguesas, o voto é exercido no consulado da sua área de residência;

·       A exposição dos cadernos de recenseamento eleitoral, para efeitos de consulta e reclamação dos interessados, realiza-se durante o mês de março de cada ano.

Assim, todos os portugueses maiores de 18 anos que tenham a sua situação eleitoral regularizada poderão ir votar no domingo 24 de janeiro. Para os portugueses recenseados em Paris, poderão votar no Consulado Geral de Portugal, 6 rue Georges Berger,17e, no dia 23, sábado, e dia 24, domingo, ao longo do dia. Este é um direito e um dever que lhes assiste. Para recordar, o presidente representa a República Portuguesa e é, a par da Assembleia da República, do Governo e dos Tribunais, um orgão de soberania.

O Presidente da República preside ainda ao Conselho de Estado, nomeia o Primeiro-ministro, nomeia e exonera os membros do governo, é um garante da independência nacional, da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições, sendo ainda por inerência, comandante supremo das Forças Armadas.

 

Só votando é que damos voz às nossas opiniões, é que podemos fazer a diferença no futuro do nosso país. Só votando é que contamos.

A todos os portugueses que têm a sua situação eleitoral desatualizada a Cap Magellan aconselha a sua regularização junto do consulado mais próximo da sua residência. Para mais informações atualizadas, aconselhamos ainda a visita ao site www.portaldoeleitor.pt    

Élections Régionales 2015 en France : Bilan du premier tour

Les élections régionales confirment après les départementales le nouveau tripartisme français,avec trois blocs oscillant autour de 30%, situation compliquant nombre de triangulaires dans les régions.

 

Une abstention identique à celle des éléctions départementales

L’abstention au premier tour s’établit à 50,09%, un niveau équivalent à celui des Départementales de mars 2015. Elle est inférieure à celle du premier tour des régionales 2010 (53,7%) mais nettement supérieure à celle enregistrée au premier tour des régionales 2004 (39,2%). L’abstention a été la plus faible dans les deux régions où le FN réalise ses meilleurs scores, en Nord-Pas de Calais-Picardie (45,2%, -10 points par rapport aux Régionales 2010) et en PACA (48,1%, -7,5 points).

À la différence des dernières élections Municipales et Européennes, on ne relève pas de différentiel de participation marqué dans ce premier tour : 57% des sympathisants de droite, 56% de ceux du FN et 55% de ceux du PS se sont rendus aux urnes dans ce premier tour. Il y a eu une légère remobilisation de l’électorat de gauche dans les dernières semaines de campagne, à la suite des attentats de Paris.

 

Un score historique pour le FN

Le FN obtient nationalement 27,73% des suffrages, soit son meilleur score jamais réalisé à une élection en France. Il franchit la barre des six millions de voix et progresse par rapport aux Européennes 2014 (24,9%) et aux Départementales 2015 (25,3%). Il enregistre un gain électoral de plus de 15 points par rapport aux Régionales 2010.

Il arrive en tête du premier tour dans six régions (Nord-Pas-de-Calais/Picardie, PACA, ACAL, Centre-Val de Loire, Bourgogne/Franche Comté, Languedoc-Roussillon/Midi Pyrénées), et quasiment à égalité (250 voix d’écart) avec la droite en Normandie. Pour la première fois à une élection régionale, il sera présent partout au second tour.

Le FN réalise des scores encore nettement supérieurs à sa moyenne nationale chez les 18-24 ans, (35%), les ouvriers (43%), les employés (36%) et les personnes à bas niveau d’études (36% chez les individus ayant un niveau inférieur au bac). Avec 35% des suffrages chez les indépendants et agriculteurs, il conteste la suprématie traditionnelle de la droite (36%) sur cette catégorie. S’il confirme donc son ancrage et son statut de première force au sein des classes populaires, il touche aussi une part grandissante des catégories moyennes et supérieures : 17% des cadres et 23% des diplômés « bac+2 », un record au sein de ces catégories.

Enfin, le FN a clairement mordu lors de cette élection sur l’électorat de droite : un cinquième des électeurs de Nicolas Sarkozy de 2012 se sont exprimés en sa faveur dans les urnes.

 

La droite prise en tenaille

Les listes d’union de la droite recueillent 26,9% des voix, le total droite s’établissant à 31,3% avec les « divers droite ». Ce niveau est identique à celui du premier tour des élections de 2010, ce qui dit l’échec de la droite. Les régionales de 2010 s’étaient en effet tenus au plus fort de « l’antisarkozysme », se soldant par un vote sanction contre la majorité de l’époque. Les listes de droite arrivent en tête du premier tour en Ile de France, Auvergne-Rhône Alpes, Pays de la Loire et Normandie. La droite est en recul par rapport au premier tour des Départementales (36,6%). Elle subit un effet de tenaille post-attentat dans ce premier tour, entre une dynamique FN qui grignote son électorat et un PS qui résiste un peu mieux que prévu, grâce à une légère remobilisation de ses électeurs. En conséquence, elle est en situation moins favorable que ce que le rapport de  force politique issu des Départementales et les enquêtes d’opinion ante-attentats, laissaient présager dans des régions comme le Centre Val de Loire ou la Normandie.

Le PS arrive troisième avec un score de 23,4%. Les partis à sa gauche (qu’il est difficile d’isoler dans le rapport de force national au vu de configurations d’alliances variables dans les régions) totalisent 12,2% pour un total gauche à 35,2%, en recul très net de 15 points par rapport à 2010, mais identique à celui des Départementales. L’extrême gauche obtient 1,5%. Les listes PS arrivent en tête en Bretagne, en Corse et en Aquitaine-Limousin, Poitou-Charentes. Le PS paraît assuré de conserver la Bretagne, Aquitaine-Poitou-Charentes-Limousin et se trouve en ballotage favorable en Midi-Pyrénées/Languedoc-Roussillon.  Son retrait du second tour lui a en revanche déjà fait perdre PACA, Nord-Pas-de-Calais/Picardie et sans doute ACAL.

 

En conclusion, les élections régionales confirment après les départementales le nouveau tripartisme français, avec trois blocs oscillant autour de 30%, situation compliquant nombre de triangulaires dans les régions.

António Costa “indicado” para primeiro-ministro

Presidente justifica decisão com posições dos parceiros sociais contra a manutenção do governo de gestão. Carlos César diz que PS está pronto para apresentar Governo. PSD respeita decisão de Cavaco, mas não apoio solução à esquerda.

O texto da Presidência da República, na íntegra:

"As informações recolhidas nas reuniões com os parceiros sociais e instituições da sociedade civil confirmaram que a continuação em funções do XX Governo Constitucional, limitado à prática dos atos necessários para assegurar a gestão dos negócios públicos, não corresponderia ao interesse nacional.

Tal situação prolongar-se-ia por tempo indefinido, dada a impossibilidade, ditada pela Constituição, de proceder, até ao mês de abril do próximo ano, à dissolução da Assembleia da República e à convocação de eleições legislativas.

O Presidente da República tomou devida nota da resposta do secretário-geral do Partido Socialista às dúvidas suscitadas pelos documentos subscritos com o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista "Os Verdes" quanto à estabilidade e durabilidade de um governo minoritário do partido Socialista, no horizonte temporal da legislatura.

Assim, o Presidente da República decidiu, ouvidos os partidos com representação parlamentar, indicar o Dr. António Costa para Primeiro-Ministro."

O Governo de Costa

O Governo do PS chefiado por António Costa, cujo elenco será hoje entregue ao Presidente da República, Cavaco Silva, terá como ministra da Justiça a Procuradora-geral Adjunta, Francisca Van Dunem.

Outra das novidades deste Governo é o Ministério da Administração Interna ser ocupado por Constança Urbano de Sousa, especialista em segurança interna, imigração e asilo.

Estreia como ministra é também a de Maria Manuel Leitão Marques como ministra da Presidência e Modernização Administrativa. Assim como a de Ana Paula Vitorino como ministra do Mar. Estas são as quatro ministras mulheres, num elenco governativo composto por 17 ministérios.

Entre os que se estreiam neste Governo em funções governativas estão Azeredo Lopes, ministro da Defesa, e a de João Soares, ministro da Cultura.

Confirma-se Mário Centeno como ministro das Finanças e de Manuel Caldeira Cabral como ministro da Economia. Novo é também o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, e o ministro da Ciência, Manuel Heitor.

Confirmada é a escolha de Tiago Brandão Rodrigues para ministro da Educação e a de Adalberto Campos Fernandes para ministro da Saúde.

O Governo de António Costa têm alguns regressados. Capoulas Santos volta a ser pela terceira vez ministro da Agricultura. Vieira da Silva regressa pela segunda vez ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Augusto Santos Silva regressa agora como ministro dos Negócios Estrangeiros.

O Governo

Primeiro-Ministro – António Costa
Secretária de Estado Adjunta do Primeiro-Ministro - Mariana Vieira da Silva
Secretário de Estado Assuntos Parlamentares -Pedro Nuno Santos
Ministro dos Negócios Estrangeiros - Augusto Santos Silva
Ministra da Presidência e Modernização Administrativa - Maria Manuel Leitão Marques
Ministro das Finanças - Mário Centeno
Ministro da Defesa - Azeredo Lopes
Ministra da Administração Interna - Constança Urbano de Sousa
Ministra da Justiça - Francisca Van Dunem
Ministro Adjunto - Eduardo Cabrita
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros - Miguel Prata Roque
Ministro da Cultura - João Soares
Ministro da Ciência - Manuel Valsassina Heitor
Ministro da Educação - Tiago Brandão Rodrigues
Ministro da Trabalho, Solidariedade e Segurança Social José António Vieira da Silva
Ministro da Saúde - Adalberto Campos Fernandes
Ministro do Planeamento e Infraestruturas - Pedro Marques
Ministro da Economia – Manuel Caldeira Cabral
Ministra do Mar – Ana Paula Vitorino
Ministro da Agricultura – Capoulas Santos
Ministro do Ambiente e Transportes - João Pedro Matos Fernandes

Fontes: Público 

Date: 24/11/2015

Eleições Portuguesas 2015/2016

Seulement 17% des portugais vivant en France sont inscris sur les listes électorales.

Sabia que...

Os órgãos do Estado cujos titulares são eleitos por sufrágio universal são: o Presidente da República, os deputados à Assembleia da República e às Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas (Açores e Madeira), os membros das câmaras e assembleias municipais e das assembleias de freguesia e, indiretamente, o presidente da junta de freguesia. São ainda eleitos os deputados ao Parlamento Europeu.


A Constituição da República Portuguesa estabelece os princípios gerais do sistema eleitoral: têm direito de sufrágio todos os cidadãos maiores de dezoito anos, ressalvadas as incapacidades previstas na lei geral; o exercício do direito de sufrágio é pessoal, direto, secreto e periódico.


O direito de voto é único, pessoal, direto, presencial, secreto e universal, sendo condição fundamental do exercício do direito de voto a inscrição no recenseamento. Em Portugal, têm capacidade eleitoral ativa os cidadãos com mais de 18 anos de idade. O mesmo limite define a capacidade eleitoral passiva, com exceção da eleição do Presidente da República em que apenas se podem candidatar cidadãos que já tenham completado 35 anos de idade.


Em Portugal, o direito de voto só foi concedido a todos os cidadãos depois do 25 Abril de 1974.


Votar é um direito de cidadania, exerça-o ! 

Élections portugaises 2015/2016

Les prochaines élections pour le CCP (Conselho das Comunidades Portuguesas) se dérouleront en septembre 2015, en septembre/octobre 2015 pour celles de l’Assembleia da República et début 2016 pour celles de la Presidência da República.


Pour la première fois, seuls les inscrits sur les listes du recensement électoral de l’Assembleia da República pourront voter pour les élections du CCP.


Faites dès à présent votre inscription au consulat de votre zone de résidence !

Savez-vous que...

Les organes de l’État dont les titulaires sont élus au suffrage universel sont : le président de la République, les députés de l’Assembleia da República et les Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas (les Açores et Madère), les membres des différentes chambres et des assemblées municipales ainsi que les assemblées de « freguesia » et indirectement, le président de la « junta de freguesia ». Les députés sont encore élus au Parlement Européen.


La Constitution de la République portugaise établit les bases du système électoral : tout citoyen majeur a le droit de vote, excepté les incapacités prévues par la Loi ; l’exercice du droit de vote est personnel, direct, secret et périodique.


Le droit de vote est unique, personnel, direct, présentiel, secret et universel, et l’inscription au recensement est une condition fondamentale de l’exercice du droit de vote. Au Portugal, les citoyens majeurs de 18 ans ont une capacité électorale active. La même limite définit la capacité électorale passive, à l’exception de l’élection du Président de la république, poste pour lequel seuls les citoyens de plus de 35 ans peuvent postuler.

Au Portugal, le droit de vote n’a été octroyé à tous les citoyens qu’après le 25 avril 1974.


Voter est un droit de citoyenneté, exercez-le !

Élections Municipales

les 23 et 30 mars 2014

Les municipales, ce sont des élections locales ou de proximité. C'est-à-dire que ceux que vous élirez auront une influence directe sur votre quotidien puisque les lieux tels que les crèches, les écoles, les maisons de retraite et les bibliothèques sont gérés par la commune. Le but de cette élection est alors de décider de ce que vous souhaitez pour l’avenir de votre commune.

 

Dans quelques semaines vous pourrez donc voter pour les conseillers municipaux, ceux-ci éliront à leur tour le maire et les adjoints et doivent se réunir au minimum 4 fois par an pendant les 6 années de leur mandat.

 

La grande nouveauté à partir de cette année, c’est que si vous résidez dans une commune de 1000 habitants ou plus, vous voterez également pour les conseillers communautaires. Ceux-ci sont en charge de représenter votre commune dans l’intercommunalité et donc d’organiser avec les communes alentours certaines prestations telles que le ramassage des ordures et les transports urbains ou encore d’élaborer des projets de développement économique, d’urbanisme ou d’aménagement. Dans les communes de moins de 1000 habitants, les conseillers municipaux et communautaires seront les mêmes personnes.

Informations pratiques

Pour voter, présentez-vous au bureau de vote avec une pièce d'identité, celle-ci est obligatoire.

 

Si vous ne pouvez pas être présent le jour du vote pensez au vote par procuration :

Règles

La personne qui donne procuration (le mandant) désigne la personne qui votera à sa place (le mandataire). Le mandataire doit toutefois répondre à 2 conditions : être inscrit dans la même commune que son mandant (mais pas forcément être électeur du même bureau de vote, ni du même arrondissement) et ne pas avoir reçu d'autre procuration en France.

Démarches

En France, le mandant peut se présenter au commissariat de police, à la gendarmerie ou au tribunal d'instance de son domicile ou de son lieu de travail avec une pièce d'identitéIl remplit un formulaire cerfa n°14952*01 disponible en ligne ou sur place. 

Une procuration peut être établie à tout moment et jusqu'à la veille du scrutin, mais, en pratique, le mandataire risque de ne pas pouvoir voter si la commune ne l'a pas reçue à temps, il est donc préférable d'effectuer les démarches le plus tôt possible.

 

 

Plus d'information sur le vote : vosdroits.service-public.fr

Plus d'informations sur la procuration : vosdroits.service-public.fr

O Voto em França

para os Cidadãos Europeus

Portugueses de França, somos 1 200 000 a viver e trabalhar neste país; 492.000 que possuem unicamente a nacionalidade portuguesa e que se podem inscrever nas listas eleitorais francesas; mas apenas 82.000 que o fizeram.

 

Em França, no ano de 2014 decorrerão as eleições autárquicas (março) e europeias (maio). Enquanto cidadãos europeus que vivem neste país, os Portugueses, podem inscrever-se nas listas eleitorais  complementares das respetivas Mairies, e votar nestas eleições. Também podem ser candidatos integrando uma lista, e ser eleitos. É fácil e rápido. 

 

A data limite para a inscrição é 31 de dezembro de 2013.

Não percam mais tempo, inscrevam-se!

 

O objectivo é fazer aumentar o número de pessoas inscritas, porque em todas as democracias, quem não vota, não conta!

 

Esta campanha de cidadania foi lançada porque nos diz respeito a todos.

 

É importante para o futuro dos nossos filhos demonstrar o peso e a participação cívica da nossa comunidade, e é por essa razão que lhe pedimos que se mobilize.

Le Vote en France

pour les Ressortissant Européens

Portugais de France, vous êtes 1 200 000 à vivre et travailler sur le territoire français ; 492 000 qui possèdent la seule nationalité portugaise et qui peuvent voter aux municipales et aux européennes en France ; Mais seulement 82 000 actuellement inscrits sur les listes électorales françaises. 

 

En France, en 2014, auront lieu des élections municipales (mars) et européennes (mai) et en tant que ressortissants européens, les Portugais peuvent s’inscrire sur les listes électorales complémentaires dans leur Mairie et voter dans ces élections. Ils peuvent également être candidats et élus. C’est facile et rapide. 

 

La date limite d’inscription est fixée au 31 décembre 2013

Il ne faut donc pas tarder à se rendre à sa mairie. 

 

L'objectif est d’augmenter le nombre de personnes inscrites car, dans toutes les démocraties, ceux qui ne votent pas, ne comptent pas !

 

Cette campagne de citoyenneté a été lancée parce qu’elle nous concerne tous

 

Il est important pour l’avenir de nos enfants, de montrer le poids et la participation civique de notre communauté, c’est pourquoi nous vous demandons de vous mobiliser.

Cette Campagne compte avec l'appui des entités suivantes

Academia do Bacalhau de Paris, ACTIVA, Alfa Diffusion, Ambassade du Portugal en France, Association Memória das Migrações, Banco BPI, Banco Santander Totta, Banque BCP, BES, Cap Magellan, CCIFP Chambre de Commerce et d’Industrie Franco-Portugaise, CCP Conseil des Communautés Portugaises, CCPF Coordination des Collectivités Portugaises de France, CIVICA, Caixa Geral de Depósitos, CIC Iberbanco, Consulats du Portugal en France, Delta Cafés, Millenium BCP, Montepio Geral, Santander, Santa Casa da Misericórdia de Paris.

 

Appel à toutes les structures souhaitant participer activement à cette campagne de citoyenneté : merci de vous faire connaître en nous contactant par mail quemvotaconta@gmail.com! Les entités qui participeront seront rajoutées à cette liste.

Sabia que...

Para eleições do CCP (o Conselho das Comunidades Portuguesas), reserve a data do 6 de setembro de 2015 !

Como votar?


Para as legislativas, o eleitor vota por correspondência. Informe-se junto do seu consulado.


Para o CCP e para

as presidenciais, o voto

é exercido no consulado

da sua área de residência.

Em Portugal, o direito

de voto só foi concedido

a todos os cidadãos depois

do 25 Abril de 1974.